Delegation of the European Union to Mongolia

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Quando ouve a palavra «deficiência», qual é a primeira coisa que lhe vem à ideia? Muitas pessoas pensam imediatamente numa cadeira de rodas. Mas muitas pessoas sabem também que, quer sejam visíveis ou invisíveis, estejam presentes à nascença ou se desenvolvam mais tarde, as deficiências vão bem para além da mobilidade e abrangem um vasto espetro: problemas relacionados com a visão, da audição, cognitivos, motores, doenças crónicas, etc. A deficiência faz parte da experiência humana.

No Dia em Memória de Todas as Vítimas da Guerra Química, a UE homenageia todos aqueles que estas armas atrozes vitimaram, mortalmente ou não, e condena com a maior veemência, como violação do direito internacional, a utilização de armas químicas por qualquer entidade, estatal e não estatal, seja em que lugar, momento e circunstância for.

As alterações climáticas estão a fazer¬ se sentir em todo o mundo. Ao longo dos últimos anos, o seu impacto nas sociedades aumentou e, neste momento, os dirigentes mundiais estão reunidos na COP26 para debater soluções conjuntas. A sensibilização tanto para os problemas como para as soluções tem de ter uma base científica. É por isso que celebramos hoje o Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento.

Sentir¬ se marginalizado, faltar ou desistir da escola, chegar a ter pensamentos de suicídio... As consequências da violência relacionada com a escola podem ser muitas, profundas e com efeitos duradouros no desenvolvimento físico, psicológico e emocional da criança.

As crianças representam 22 % das vítimas de tráfico de seres humanos. A maioria das crianças vítimas deste tráfico (quase 78 %) são raparigas. O Dia europeu contra o tráfico de seres humanos vem-nos recordar que o tráfico de crianças continua a constituir uma ameaça grave na UE.

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No Dia Europeu e Dia Mundial contra a Pena de Morte, a UE, juntamente com o Conselho da Europa, reafirma a sua forte oposição à pena de morte, em qualquer circunstância. A pena capital não tem lugar nos nossos dias, em nenhuma parte do mundo, pois não tem qualquer efeito dissuasor comprovado e torna irreversíveis os erros judiciais.

Numa altura em que o mundo continua a lutar contra os efeitos da pandemia, os direitos humanos de muitos cidadãos que têm uma religião ou têm convicções humanistas e/ou ateias estão cada vez mais ameaçados. No Dia Internacional de Homenagem às Vítimas de Atos de Violência baseada na Religião ou Crença, a UE manifesta a sua solidariedade com todas as vítimas de perseguição, independentemente do local onde se encontrem.

Em 19 de agosto, homenageamos todos aqueles que dedicam o seu tempo, esforço e capacidades a ajudar os outros. Os trabalhadores humanitários podem não ser atletas olímpicos, mas, nas suas maratonas de trabalho, arriscam muitas vezes as suas vidas para proteger os outros. Não aspiram a alcançar o melhor tempo, mas sim o resultado mais eficaz. A tocha que transportam é a da solidariedade e do altruísmo. A UE presta homenagem a todos os trabalhadores humanitários que salvam vidas e ajudam os mais vulneráveis em tempos de crise em todo o mundo. A sua coragem, vontade e determinação são a vitória de todos nós.

O que começou como um gesto simbólico por parte de alguns países com a ajuda de uns quantos voluntários transformou-se num movimento global que conta agora com a participação de centenas de pessoas e permite recolher toneladas de resíduos nas praias, rios e lagos do mundo inteiro. Em 2019 a iniciativa abrangeu 80 países. Em 8 de agosto lançámos oficialmente a edição de 2021 da campanha #EUBeachCleanup, juntamente com as Nações Unidas e com a ajuda dos nossos pequenos amigos azuis, os Estrunfes. A campanha deste ano, centrada na proteção da vida marinha, prevê ações físicas e digitais em que todos podem participar. A campanha atingirá o seu auge em 18 de setembro, com a celebração do Dia Mundial de Limpeza das Praias.

On the International Day of the World’s Indigenous Peoples, we celebrate the resilience and resourcefulness of indigenous peoples around the world. This year, we join the United Nations in the call for a new social contract, where no one is left behind.

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